O Jardim dos emigrados da Babilónia
Um jardim público do bairro Guimel de Beer Sheva
A história
O Jardim dos emigrados da Babilónia é um jardim público do bairro Guimel de Beer Sheva, e o seu nome é o nome de uma operação: a Operação Esdras e Neemias, chamada também Operação Babilónia ou Operação Olei Bavel, na qual os judeus do Iraque emigraram para Israel. A lei iraquiana proibia ao princípio a saída dos judeus, e muitos partiram apesar de tudo, sobretudo pela via do Irão. A operação em si começou em abril de 1950, depois de o governo do Iraque ter permitido a saída, e foi planeada e levada a cabo pelo governo de Israel, pela Agência Judaica e pelo Joint, em voos da companhia Near East do Iraque para Chipre; entre os organizadores estiveram Shlomo Hillel e Mordechai Ben-Porat. À medida que crescia o número dos que queriam sair, crescia o número de voos, até uma ponte aérea na linha Bagdad-Lod. A maior parte da operação decorreu nos anos de 1950 e 1951 e continuou também em 1952, e dentro dela emigraram para Israel mais de cento e vinte mil judeus; no Iraque ficaram uns poucos milhares. Os bens dos emigrados foram congelados pelo governo iraquiano e estimaram-se então em mais de trinta e cinco milhões de dólares. O nome dado a este jardim dá àquela saída um lugar na cidade, e o mesmo faz também a sinagoga central dos emigrados da Babilónia, a um quilómetro e duzentos metros daqui, que a cidade conhece com o nome de sinagoga da Pirâmide.
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No próprio lugar o selo recebe ainda um carimbo com a data.
Fontes
- OpenStreetMap way 377618187 — גן עולי בבל (o jardim: nome, polígono e coordenada) Consultado em 2026-08-13
- מבצע עזרא ונחמיה — ויקיפדיה העברית (a operação, as datas, os organizadores, o número de olim e o congelamento dos bens) Consultado em 2026-08-13
Fotografias
- Criada com inteligência artificial