Shivta
Shivta, Subeita em árabe, surgiu no século I da era comum como aldeia nabateia na Rota do Incenso
A história
Shivta, Subeita em árabe, surgiu no século I da era comum como aldeia nabateia na Rota do Incenso. Com a anexação do reino da Nabateia a Roma no ano 106 continuou a servir de estação comercial, e no período bizantino alcançou o seu apogeu — cerca de dois mil habitantes que passaram do comércio à agricultura do deserto. A localidade é mencionada nos papiros de Nitzana dos séculos VI e VII. Em Shivta há três igrejas: a meridional, com três salas e sem átrio; a central, pequena e ligada a casas de habitação; e a setentrional, a maior delas, com um átrio de dois pisos e um mosteiro. Junto à igreja meridional ergue-se uma mesquita com nove colunas — as duas casas de oração lado a lado estão entre as coisas raras que se conservaram no Negev. A cidade não assentava sobre uma fonte de água corrente: dois reservatórios públicos, cuja capacidade conjunta é de 2.055 metros cúbicos, enchiam-se com o escoamento superficial que era conduzido até eles por canais. As obras de restauro começaram em 1959 por conta do Fundo Katzin e do governo de Israel, e o sítio abriu ao público em 1972. Em 2005 foi incluído na lista do Património Mundial da UNESCO.
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No próprio lugar o selo recebe ainda um carimbo com a data.
Fontes
- שבטה — ויקיפדיה העברית (התקופות, שלוש הכנסיות, המסגד, מערכת המים והשחזור) Consultado em 2026-08-14
- Incense Route – Desert Cities in the Negev — Wikipedia (a lista dos componentes inscritos em 2005: as quatro cidades, os fortes Moa, Kazra, Nekarot, Makhmal e Grafon, e os khans; criterios iii e v; 6.655 ha) Consultado em 2026-08-14
- חורבות שבטה — OpenStreetMap (a coordenada do sitio) Consultado em 2026-08-14
Fotografias
- ישראל פרקר / PikiWiki CC BY 2.5